Um silecio tão doce, e cálido
Que vem, a me apresentar
Chega sem nome
Não tem descrição
Sem vontades

Sem desejo algum de verdades
Ele vem como a morte
Te segura
Te agarra
E diz estar a te esperar

Ele é quase como uma mãe
Ele é quase como o descansar

Ele é um deus...
E só quer você
Em seu reinado

Ele jura ser seu
Somente seu
E nunca te abandonar
Ele é sua esperança

É o que ele diz

Antes de deixa-la,
em seu reino,
Ao terminar
Da tarde.

Quando volta
Não mais tem um rosto bonito
Não é ele nem ela

É só o seu sangue
A se derramar
E sua vida
A se espirar.


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